Contranós
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Sobre a morte
Molhado
Mergulho profundo
E em mim me afundo
Sem nunca encontrar
Sem nunca entender
Se é possível viver
Para te esquecer
Um comentário:
Unknown
10 de junho de 2014 às 15:08
triste...
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triste...
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