segunda-feira, 9 de junho de 2014

Redenção

Redenção

Atormentado vivo sempre atrás de um vidro,
E ao tentar caminhar me deparo comigo.

Reflexo quadrado de formas redondas,
Interpreto minhas linhas como sendo sombras.

As luzem que vejo sem rumo ou destino,
Coladas no teto me indicam caminho.

Perplexo me encanto e começo a subir,
E aos poucos meus dedos se põe a sumir.

Pois a cada passo que dou,
Menos sombra e mais luz sou.

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